A evolução das cirurgias mamárias nos últimos 20 anos: da prótese ao suporte interno absorvível

Mais do que uma sucessão de técnicas, portanto, a cirurgia plástica mamária vive uma mudança de princípio: o planejamento deixou de se concentrar somente em remodelar a mama no intraoperatório para considerar como sustentar essa arquitetura quando os tecidos disponíveis não oferecem suporte suficiente.

Como aumentar a previsibilidade em cirurgias mamárias complexas?

Uma mastopexia primária e uma terceira mastopexia não apresentam o mesmo desafio. No segundo cenário, o cirurgião pode encontrar tecidos mais frágeis, cicatrizes, perda de sustentação, alterações do sulco inframamário e uma anatomia que já passou por diferentes estratégias cirúrgicas.

Como reduzir a recorrência da ptose mamária após a cirurgia?

A recorrência da ptose mamária após mastopexia não depende apenas da técnica empregada no intraoperatório. Ela resulta da interação entre qualidade do envelope cutâneo, capacidade de sustentação dos tecidos, peso e distribuição do parênquima, presença e volume de implante, histórico cirúrgico e remodelamento tecidual ao longo do tempo.